Começo dizendo de que o entendimento das diferenças entre o Value at Risk (VaR) e o Conditional Value at Risk (CVaR, também chamado Expected Shortfall) não é apenas um exercício técnico de estatística ou matemática financeira, mas é sim uma importante mudança de mentalidade sobre como enxergar, medir e comunicar o risco em sua forma mais crítica, de que é quando ele se materializa com severidade.
Acredito de que essa mudança começa pela consciência de que nem todos os riscos cabem em percentis, nem todo colapso é anunciado por uma linha vermelha visível no gráfico, nem todo abismo começa com um tropeço, mas de que muitos começam onde o VaR para de olhar.
Assim esta discussão entre VaR e CVaR é na verdade a jornada entre evitar perdas e construir resiliência. É a transição entre uma métrica que busca fornecer conforto estatístico e outra que se atreve a encarar o desconforto das perdas catastróficas.
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